Sem título-2-08.png
  • Gabriel Jr

Bombeiros Voluntários de Corupá orientam sobre cuidados com crianças na água



A tragédia que se abateu sobre Corupá ontem, com o afogamento e morte do menino Henrique Pierry Hackbarth, de 1 ano e 10 meses, acende o alerta para os cuidados com crianças e adolescentes na água.

Seja em piscinas, como no caso de Henrique, rios, lagos ou mesmo no mar, é necessário atenção total. O chefe da equipe de Bombeiros Voluntários de Corupá, Clodoaldo de Jesus, destaca que a principal orientação da corporação é nunca deixar crianças sozinhas próximo a piscinas.

Além disso, é vital cercar a área sempre que possível, não confiar em boias e acessórios e, claro, atentar-se à profundidade.

Adultos também precisam estar próximos aos pequenos mesmo quando eles se banharem nas piscinas infantis. Desta forma, poderão agir rapidamente caso o filho escorregue ou seja deslocado por outra criança.

MAR E RIOS

No mar, é essencial que o adulto leve a criança pela mão, jamais a deixando entrar sozinha na água. A altura máxima do banho deve ser a do umbigo do pequeno, pois caso caia em um buraco, o responsável pode puxá-lo rapidamente.

Assim como ocorre nas piscinas, não se recomenda que o adulto entre no mar com a criança no colo, uma vez que pode transmitir a ideia de que a praia é um espaço de exploração ilimitado.

Em rios e lagoas, não se pode permitir que crianças entrem sozinhas no fundo, uma vez que há risco de prenderem o pé em algum galho ou pedra e se acidentarem.

Atenção à cabeça d´água: este fenômeno meteorológico é causado pelo aumento rápido e repentino do nível de água em rios. Ela ocorre quando uma grande quantidade de chuva cai em partes superiores de uma cachoeira ou ao longo de um curso d'água.

Com isso, os banhistas são surpreendidos pela força da água, que sobe rapidamente, e dificulta a saída do corpo hídrico. As cabeças d’água ocorrem principalmente no verão, quando as chuvas são mais fortes.

Sem título-2-08.png