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DESABASTECIMENTO DE MEDICAMENTOS PREOCUPA PREFEITURA DE CORUPÁ

Pedidos realizados há mais de dois meses, ainda não foram entregues


A Prefeitura de Corupá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está preocupada com a falta de alguns medicamentos no município e em todo País, tanto no setor público, como no privado. Segundo explica o Secretário da Pasta, Felipe Rafaeli Rodrigues, o problema está na ausência de insumos para produção e entrega de determinados remédios utilizados habitualmente pela população.


Com as mudanças bruscas de temperatura, estão em falta antibióticos como amoxicilina, azitromicina líquida, prednisolona, principalmente para o tratamento pediátrico. Além destes medicamentos, também encontramos dificuldades na entrega de outros remédios como nimesulida, paracetamol e até dipirona, que são bastante prescritos pelos médicos. “Corupá e outros 21 municípios da região fazem parte e realizam compras conjuntas através do consórcio Cisnordeste, assegurando o menor preço e a garantia de entrega, mas mesmo com o envolvimento de tantas cidades, as distribuidoras não têm medicamentos para atender.


Para se ter uma ideia, pedidos realizados em outubro foram cancelados e refeitos em março e até agora, não foram em partes entregues.


Diante desta situação, o secretário participará no próximo dia 2 de junho, às 10 horas, da assembleia extraordinária do Cisnordeste que terá como pauta única, as medidas para minimizar o desabastecimento de medicamentos. “Estamos também conversando com a farmacêutica do município e com os profissionais médicos, buscando alternativas para o problema”, destacou Felipe Rodrigues.


Para o prefeito de Corupá, Luiz Carlos Tamanini, a questão é complexa e atinge todo o país. Ele destaca que nesta quarta-feira (01), estará se reunindo com o secretário estadual da saúde, Aldo Baptista Neto, para discutir a questão. “Nós estamos preocupados com esta situação porque não falta dinheiro e nem esforço da nossa administração para abastecer a farmácia básica, mas com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, os laboratórios estão enfrentando dificuldades para fabricar os medicamentos. Há falta, inclusive, nas farmácias particulares”, observou.

Fonte: Prefeitura Municipal de Corupá

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