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Joinville chega a dez mortes por dengue em 2022

Cidade tem 6,7 mil casos da doença e 8,7 mil focos do mosquito Aedes aegypti

Joinville chegou a dez mortes por dengue em 2022, segundo a atualização desta sexta-feira (27) da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive). A vítima é uma mulher de 92 anos, que faleceu em 22 de maio.


Os óbitos registrados pela Dive até agora em Joinville são cinco homens, entre 65 e 87 anos, e cinco mulheres, entre 36 e 92 anos. As vítimas eram moradoras do Comasa (três), Costa e Silva (duas), Boa Vista, Centro, Iririú e Morro do Meio.

A Dive não soube informar o bairro onde a décima vítima morava, mas o registro da morte aconteceu no Hospital Regional Hans Dieter Schmidt.

O órgão teve confirmação da morte por dengue por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), uma plataforma nacional de notificação obrigatória das doenças.


Já a prefeitura afirma que não teve conclusão da investigação epidemiológica da paciente. Com isso, ainda não contabiliza a morte da idosa na base de dados municipais.

Com dez mortes, 2022 já tem o dobro de vítimas fatais em relação ao ano passado em Joinville.


Vítimas da dengue em Joinville:


03/04 - Homem, 65 anos (Comasa)

18/04 - Homem, 72 anos (Comasa)

27/04 - Homem, 87 anos (Costa e Silva)

28/04 - Mulher, 73 anos (Comasa)

29/04 - Homem, 79 anos (Boa Vista)

03/05 - Homem, 74 anos (Iririú)

11/05 - Mulher, 51 anos (Costa e Silva)

13/05 - Mulher, 36 anos (Morro do Meio)

13/05 - Mulher, 50 anos (Centro)

22/05 - Mulher, 92 anos


Outras quatro mortes suspeitas


Outras quatro mortes registradas em Joinville são tratadas como suspeitas para dengue pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive). São os casos de dois homens, de 66 e 82 anos, e duas mulheres, de 54 e 70 anos, que morreram neste mês na cidade.


Desde o início deste ano, Joinville confirmou 6,7 mil casos de dengue, além de ter identificado 8,7 mil focos do mosquito Aedes aegypti. Os bairros com mais casos confirmados são Costa e Silva, Iririú, Comasa, Jardim Iririú e Aventureiro.


De acordo com o Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa), a maior parte dos focos do mosquito ficam localizados em residências. Por este motivo, é fundamental evitar o acúmulo de água, acondicionar garrafas com a boca para baixo, colocar areia nos pratos dos vasos e manter as calhas limpas, por exemplo.


Fonte: NSC

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