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  • Redação

Quase 70% das praias de Santa Catarina estão próprias para banho



Um novo relatório de balneabilidade, divulgado nesta sexta-feira (7), aponta que dos 231 pontos em praias analisadas de Santa Catarina, 160 estão próprias para banho, quantidade que representa 69,35%. As coletas foram realizadas e analisadas entre os dias 3 e 7 de janeiro pelo IMA (Instituto do Meio Ambiente).


As coletas foram realizadas em 27 municípios e mais de 100 praias e balneários do sul ao norte do Estado, incluindo Florianópolis. Na Capital, dos 87 pontos analisados, 66 têm condições de receber banhistas, o que representa 75,9% do total próprias para banho.


Foram coletadas amostras nos municípios de Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota, Balneário Camboriú, Balneário Barra do Sul, Balneário Rincão, Barra Velha, Biguaçu, Bombinhas, Florianópolis, Garopaba e Governador Celso Ramos.


Além destas, também são analisadas as praias de Imbituba, Itajaí, Itapema, Itapoá, Jaguaruna, Joinville, Laguna, Navegantes, Palhoça, Passo de Torres, Penha, Balneário Piçarras, Porto Belo, São Francisco do Sul e São José.


Banhistas das praias em Santa Catarina podem conferir se os trechos estão ou não próprios para banho com base neste relatório. Bandeiras vermelhas são colocadas onde está impróprio na internet um mapa interativo está disponível com os detalhes de cada análise.


Definindo áreas próprias e impróprias


As águas estão próprias quando em 80% ou mais do conjunto de amostras coletadas nas 5 semanas anteriores e no mesmo local existirem no máximo 800 Escherichia coli por 100 mililitros.


De outro modo, são consideradas impróprias quando acumulam, em mais de 20% das amostras das últimas 5 semanas, no mesmo local, um número superior a 800 Escherichia coli por 100 mililitros ou quando, na última coleta, o resultado for superior a 2.000 Escherichia coli por 100 mililitros.


Com a alta temporada do verão, aumentam também as precipitações de chuva em Santa Catarina, o que contribui para a improbidade em alguns pontos, como explica o gerente de laboratório e medições ambientais do IMA, Marlon Daniel da Silva.


“Nas chuvas, além da elevação do lençol freático, ocorre a lavação das ruas, bem como das galerias e/ou valas ditas pluviais, que acabam chegando aos balneários e podem afetar diretamente a balneabilidade”.


Por isso, o banho de mar deve ser evitado por até 24h após chuvas fortes, principalmente nas proximidades dos encontros da água salgada com rios ou tubulações.


*Fonte: ND+

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