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SC tem 10 mil novos desempregados em relação ao fim de 2021

Apesar do aumento, estado tem a menor taxa de desocupação do Brasil neste 1º trimestre de 2022



Santa Catarina tem aumento de 10 mil pessoas desempregadas no 1º trimestre de 2022 em relação aos últimos três meses de 2021. Apesar disso, a taxa de desocupação é de 4,5%, sendo a menor do Brasil.


De acordo com os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o aumento no número de desempregados é 5,7% maior em relação ao registrado no 4º trimestre de 2021.


Entre janeiro e março de 2022, o contingente de desocupados era de 181 mil pessoas desocupadas. No entanto, são 60 mil pessoas a menos que no mesmo trimestre de 2021.

Enquanto a taxa de desocupação nacional no 1º trimestre de 2022 manteve-se igual ao registrado nos últimos três meses do ano passado (11,1%), Santa Catarina tem a menor média de desocupação nos meses deste ano.


Vale ressaltar que a taxa de desocupação é o percentual de pessoas desocupadas em relação às que estão na força de trabalho (ocupada + desempregada), aponta o IBGE.

Conforme o PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) Contínua trimestral, Santa Catarina tem 5,96 milhões de pessoas com idade para trabalhar, ou seja, 14 anos ou mais.

Deste total, 3,99 milhões representam força de trabalho, sendo que 3,8 milhões estão empregados e 181 mil desocupados.


Ainda levando em consideração os catarinenses com idade para trabalho, 63,9% estavam empregados, número que representa um recuo de 0,3 ponto percentual em relação ao balanço do último ano.


Informalidade é a menor do Brasil

Santa Catarina tem pouco mais de 1 milhões de pessoas trabalhando informalmente, que corresponde aos 27,7% dos catarinenses ocupados. Apesar disso, representou aumento de 1,1% em relação ao 4º trimestre de 2021, ou seja, 12 mil pessoas.

As categorias com maiores crescimentos percentuais da informalidade no trimestre foram os empregadores sem CNPJ (49,0%), com 7 mil pessoas a mais, e os trabalhadores por conta própria sem CNPJ (3,8%), com 24 mil pessoas a mais.


A taxa de informalidade leva em conta cinco categorias de emprego:

  • Trabalhadores do setor privado sem carteira assinada;

  • Trabalhadores domésticos sem carteira assinada;

  • Empregadores sem registro no CNPJ;

  • Trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ; e

  • Trabalhadores familiares auxiliares.

Fonte: ND+

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